FISIOTERAPIA EM UNIDADES DE EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
DOI:
https://doi.org/10.17267/2238-2704rpf.v7i2.1360Palavras-chave:
Fisioterapia, Emergências, Assistência ambulatorialResumo
Introdução: A emergência é o ambiente de entrada do paciente crítico ou potencialmente crítico na rede hospitalar. O fisioterapeuta, por muito tempo, foi um prestador de assistência para a equipe da emergência; porém, hoje, em alguns serviços, ele é componente fundamental dessa equipe. A inserção do fisioterapeuta nas equipes de emergência ainda não está consolidada dependendo da necessidade de cada serviço. Objetivo: Descrever o papel do fisioterapeuta nas unidades de emergência (UE). Metodologia: Tratou-se de uma revisão sistemática, onde foram analisados seis artigos científicos. Foram utilizados como referências, publicações nas línguas inglesas, espanhola e portuguesa, contidas nas seguintes bases de dados eletrônicos: MEDLINE (Pubmed), LILACS e SciELO. Resultados: O fisioterapeuta emprega todos os métodos e técnicas disponíveis, dentro da sua área de atuação, no processo de melhora do paciente e análise dos resultados obtidos na terapêutica. A influência da inserção do fisioterapeuta nas UE sobre o tempo de internação hospitalar em pacientes com lesões musculoesqueléticas periféricas, agravos cardiovasculares e respiratórios mostra uma redução do tempo de permanência desses pacientes sem presença de efeitos adversos. Porém, existe ainda uma incerteza sobre a regulamentação e são necessárias ações políticas e educacionais para esclarecer e apoiar esta área de prática clínica, baseado em evidencias clínicas apropriadas. Conclusão: A abordagem fisioterapêutica em UE está associada com diminuição da necessidade de internação hospitalar, aumento da satisfação do paciente e diminuição do quadro álgico.Downloads
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Publicado
29.05.2017
Edição
Seção
Revisões de Literatura
Como Citar
1.
Cordeiro AL, Greice Lima T. FISIOTERAPIA EM UNIDADES DE EMERGÊNCIA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Rev Pesq Fisio [Internet]. 29º de maio de 2017 [citado 3º de abril de 2025];7(2):276-81. Disponível em: https://journals.bahiana.edu.br/index.php/fisioterapia/article/view/1360